Assustadoramente a espécie humana evolui... Será que evoluiu? Fugindo deste embate o fato é que, antes não tínhamos postura ereta, não usávamos com magnitude a massa cefálica e isso nos aproximava das outras espécies animais. Adquirimos postura, será? Ficamos mais racionais, será? Fugindo deste embate o fato é que, aprimoramos as técnicas, desenvolvemos a linguagem e a escrita, e nos afastamos das demais espécies. Aprimoramos as técnicas, elas estão ao alcance de todos? Desenvolvemos a linguagem, será que falamos a mesma língua?
Consequentemente, dominamos os irracionais, será?Transformamos o natural, tudo pelo bem estar, será? Fugindo deste embate o fato é que, agora o homem para impor suas ideologias domina a raça humana dita inferior, e o natural não mais existe, o desconforto é cada vez maior. Consolidamos o capitalismo, será? Somos globais, será? Fugindo deste embate, o fato é que, o capital desconsolidou os princípios de uma raça e nunca estivemos tão ilhados e em castelos tão inatingíveis. Abolimos a escravidão, será? Elaboramos leis, será? Fugindo deste embate o fato é que, a escravidão mudou de nome, endereço e telefone, foi para os canaviais, para as carvoarias, para as “multi” “trans”, “exploration” nacionais. E as leis estão aí não para serem seguidas e sim interpretadas. Crescemos, será? Criamos o dia da consciência negra, parada gay, cotas pra fulano, beltrano, e bolsas, para a família, para o gato e para o burrinho que faleceu, será? Fugindo deste embate o fato é que, nossas diferenças precisam ser gritadas e lembradas todo ano senão são esquecidas, e o excluído, continua a se excluir.
Hoje somos bilhões sugando o planeta, que de tanto futebol ficou do tamanho da bola do mesmo. A água está acabando, a mata está acabando, o solo está esgotando, a fauna está acabando, e o ar... Alguém viu o ar? Super, hiper, ultra aquecido, bombando para o verão; bomba? Invada o Iraque, a Coréia, vixe, explodiu... Mais um sangue rega a terra da indiferença, rega um povo que briga pela terra ou pelo Deus. Deus que da ordem a presidentes, e presidentes que não sabem de nada. Saber de nada? Bombardeiem o planalto, o senado, e todas as câmaras, secretas ou não, com dinheiro ou não, com navalhas, furacões, sanguessugas, com mensalão, este tão velho que nem mais lembrava, pois a medalha de ouro na piscina afogou o meu passado. E a China cresce, será? E a Europa se une, será? E o EUA se metem, e a raça humana chega a seu clímax. Fome, miséria, violência, escassez... Aproveitem os 15 minutos de fama, se virem nos trinta, pois dançar no gelo sei não... A evolução conhece seu caminho de volta. Desordem e regresso, positivista ou não, marxista ou não, fenomenológico ou não, o fato é que, estamos vivendo a derrocada, a natureza celebra e agradece, e nós amarguramos o preço da postura ereta e da racionalidade que nos tornou centro de um universo que não nos quer mais.
Consequentemente, dominamos os irracionais, será?Transformamos o natural, tudo pelo bem estar, será? Fugindo deste embate o fato é que, agora o homem para impor suas ideologias domina a raça humana dita inferior, e o natural não mais existe, o desconforto é cada vez maior. Consolidamos o capitalismo, será? Somos globais, será? Fugindo deste embate, o fato é que, o capital desconsolidou os princípios de uma raça e nunca estivemos tão ilhados e em castelos tão inatingíveis. Abolimos a escravidão, será? Elaboramos leis, será? Fugindo deste embate o fato é que, a escravidão mudou de nome, endereço e telefone, foi para os canaviais, para as carvoarias, para as “multi” “trans”, “exploration” nacionais. E as leis estão aí não para serem seguidas e sim interpretadas. Crescemos, será? Criamos o dia da consciência negra, parada gay, cotas pra fulano, beltrano, e bolsas, para a família, para o gato e para o burrinho que faleceu, será? Fugindo deste embate o fato é que, nossas diferenças precisam ser gritadas e lembradas todo ano senão são esquecidas, e o excluído, continua a se excluir.
Hoje somos bilhões sugando o planeta, que de tanto futebol ficou do tamanho da bola do mesmo. A água está acabando, a mata está acabando, o solo está esgotando, a fauna está acabando, e o ar... Alguém viu o ar? Super, hiper, ultra aquecido, bombando para o verão; bomba? Invada o Iraque, a Coréia, vixe, explodiu... Mais um sangue rega a terra da indiferença, rega um povo que briga pela terra ou pelo Deus. Deus que da ordem a presidentes, e presidentes que não sabem de nada. Saber de nada? Bombardeiem o planalto, o senado, e todas as câmaras, secretas ou não, com dinheiro ou não, com navalhas, furacões, sanguessugas, com mensalão, este tão velho que nem mais lembrava, pois a medalha de ouro na piscina afogou o meu passado. E a China cresce, será? E a Europa se une, será? E o EUA se metem, e a raça humana chega a seu clímax. Fome, miséria, violência, escassez... Aproveitem os 15 minutos de fama, se virem nos trinta, pois dançar no gelo sei não... A evolução conhece seu caminho de volta. Desordem e regresso, positivista ou não, marxista ou não, fenomenológico ou não, o fato é que, estamos vivendo a derrocada, a natureza celebra e agradece, e nós amarguramos o preço da postura ereta e da racionalidade que nos tornou centro de um universo que não nos quer mais.